Machu Picchu

(Machu Picchu é uma palavra quíchua ``montanha muito velha``), também chamada ``cidade perdida dos Incas``, é uma cidade pré-colombiana bem conservada, que está localizada no meio de uma montanha, a 2500 metros de altitude, no vale do rio Vilcanota.

Sua história

Em 1865, no curso de suas viagens de exploração pelo Peru, o italiano que foi naturalista Antonio Raymondi passou ao pé das ruínas sem sabê-lo e menciona a quão escassamente povoada era a região na época. Porém, tudo indica que foi por esses anos que a região começou a receber visitas por interesses distintos dos meramente científicos.

De fato, uma investigação em curso divulgada recentemente, revela informação sobre um empresário alemão chamado Augusto Berns que em 1867 não só havia “descoberto” as ruínas mais importantes de Machu Picchu também ele havia fundado uma empresa “mineira” para explorar os presumidos “tesouros” que abrigavam (a “Compañía Anónima Explotadora de las Huacas del Inca”). De acordo com esta fonte, entre 1867 e 1870 e com a aprovação do governo Peruano, a companhia havia operado na zona e logo vendido “tudo o que encontrou” a colecionadores europeus e norte-americanos.

Conectados ou não com esta suposta empresa, o certo é que nesta época que os mapas de prospecções mineiras começam a mencionar ao Machu Picchu. Assim, em 1870, o norte-americano Harry Singer, ele começo ao colocar pela primeira vez em um mapa a localização do Cerro Machu Picchu e se refere ao Wayna Picchu como “Punta Huaca del Inca”. O nome revela uma inédita relação entre os incas e a montanha no Machupicchu.

Um segundo mapa nos 1874, elaborado pelo alemão Herman Gohring, diz e localiza em suas locais exatas ambas as montanhas.

Por fim, em 1880 o explorador francês Charles Wiener confirma a existência de restos arqueológicos no lugar (afirma “há ruínas na Machu Picchu”), embora não possa chegar ao local. Em qualquer caso, se está claro que a existência da suposta “cidade perdida” não se havia esquecido, como se acreditava muitos anos atrás.

O redescobrimiento

Foi o professor de Estados Unidos chamado Hiram Bingham quem, à frente de uma muito boa expedição da Universidade de Yale, redescobriu e apresentou ao mundo Machu Picchu em 24 de julho de 1911. Este Historiador realizou uma investigação da zona depois de haver iniciado os estudos arqueológicos. Bingham criou o nome de “a Cidade Perdida dos Incas” através de seu primeiro livro, Lost City of the Incas. Porém, nesse tempo, a meta de Hiram Bingham foi outra: encontrar a legendária capital dos descendentes dos Incas, Vilcabamba, tida como baluarte da resistência contra os españoles, entre 1536 e 1572. Ao penetrar pelo cânion do Vilcanota, Bingham, no desolado sítio de Mandorpamba, recebeu do camponês Melchor Arteaga o relato que no alto de cerro Machu Picchu existiam abundantes pedras que tem a forma de cidade. Alcançá-las significava subir por uma empinada ladeira coberta de vegetação de aproximadamente 2 horas.

Quando Hiram Bingham chegou à cidade pela primeira vez, obviamente encontrou a cidade tomada por muita vegetação nativa e árvore. E também era infestada de víboras perigosas.

Embora céptico conhecedor dos muitos mitos que existem sobre as cidades perdidas, Bingham insistiu em ser guiado ao lugar. Chegando ao cume, um dos meninos das duas famílias de pastores que residiam no local o conduziu aonde, efetivamente, haviam imponentes construções arqueológicas cobertas pelo manto verde da vegetação tropical e, em evidente estado de abandono há muitos séculos.

Machupicchu foi Descoberta apenas em 1911, as ruínas da capital sagrada do Império Inca transformaram-se em um dos principais pontos de visita de aventureiros de todo o planeta.

Machu Picchu, em si, guarda a cultura de uma sociedade que foi exterminada pela colonização, com fantásticas construções em pedra em meio a montanhas e vales. É o caminho até ela, porém, o maior atrativo para os aventureiros, que aproveitam os quatro dias de caminhada na Trilha Inca para conhecer as dificuldades, a beleza e as surpresas desta região da América Latina.

Machu Picchu

Clima

O clima de Machu Picchu não foge às características de toda a região dos Andes Peruanos. Há somente duas estações distintas: a estação das chuvas, que vai entre setembro e abril, e estação seca, que vai entre maio e agosto. Porém, Machu Picchu está próxima da parte peruana da floresta amazônica e, por isso, há a possibilidade de chuvas durante todo o ano. Nos dias mais quentes, a temperatura pode chegar até os 26ºc. No período mais frio, entre junho e julho, a temperatura chega a atingir –2ºc. A temperatura média anual é de 16ºc.

Machu Picchu
Machu Picchu

Recomendações de viagem

Cuidados para evitar que você seja roubado durante a aventura são fundamentais.

Alguns deles:

  • Não mostre muito dinheiro ou joias em público.
  • Quando carregar mochilas ou câmeras carregue na frente do corpo.
  • Não deixe valores em quartos de hotéis.
  • Não deixe sua bagagem descuidada. Se a colocar no bagageiro do ônibus, preste atenção se elas não vão ficar e o ônibus partir.
  • Quando entrar em cafés ou restaurantes, dificulte a ação do furto colocando a sua perna ou a da cadeira pela alça da mochila.
  • Fique atento aos batedores de carteira na multidão, ou com tentativas de distraírem você.
  • Mulheres sozinhas devem ser especialmente cuidadosas por serem considerados alvos mais fáceis do que homens.

Dê uma olhada nesses
Pacotes de Viagem

Inscreva-se

Cadastre-se para receber ofertas exclusivas, melhores promoções e muitas novidades.

Inscreva-se

Cadastre-se para receber ofertas exclusivas, melhores promoções e muitas novidades.

Copyright © 2019 Peru Grand Travel – Todos os direitos reservados

Visite-nos nas nossas redes sociais

Visite-nos nas nossas redes sociais

Copyright © 2019 Peru Grand Travel – Todos os direitos reservados

Close

Cusco, Vale Sagrado + Machu Picchu 5d/4n

Preencha os campos abaixo para que nossa equipe possa entrar em contato com mais informações. Os campos com * são obrigatórios.

* Data de início do tour