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A história da Trilha Inca

A história da Trilha Inca

Neste artigo falaremos um pouco sobre a história da Trilha Inca, uma famosa caminhada conhecida atualmente como a rota de trekking mais famosa da América do Sul.

Época Inca

Na época do império inca o Peru teve como territórios anexados alguns países latino-americanos como Bolívia, Argentina, Equador, Colômbia, Chile, países que pertenceram ao magnífico império inca: “O GRANDE TAHUANTINSUYO”, assim denominado o estado inca. Foi assim chamado porque seu extenso território compreendia 4 suyos (Chinchaysuyo, Contisuyo, Collasuyo e Antisuyo), regiões formadas após anexar novas províncias na época da expansão.

A capital era a histórica idade de Cusco, agora denominada de umbigo do mundo, a partir de onde saíam os caminhos até os 4 suyos do antigo Peru, com o objetivo de unir e administrar eficazmente o estado inca.

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De onde partia a rede de Caminhos Inca?

O marco do início da rede da Trilha Inca iniciava na praça Huacaypata (Praça de Armas). Assim o imperador inca podia administrar as 4 regiões a partir da cidade de Cusco, uma vez que Tahuantinsuyo era composta por mais de 80 províncias. Para simplificar a tarefa administrativa cada província tinha seu governador que eram os porta-vozes oficiais do inca.

Este sistema viário de caminhos incas foi administrado e construído por funcionários eleitos, geralmente por parentes próximos dos nobres residentes de cada província. Eram eles os encarregados da elaboração, funcionamento e controle conforme sua jurisdição naquela época.

Qhapaq Ñan

Atualmente estes caminhos são chamados QHAPAQ ÑAN, porque foram construídos por ordem do líder inca supremo da época do império inca. Este líder ordenou a construção dos caminhos para conquistar e governar os territórios conquistados. Excelente estratégia de organização para levar o vasto território ao êxito organizacional. As promessas feitas nas negociações políticas com os novos povos na conquista deveriam ser cumpridas e, para isso, estes sistemas de comunicação foram criados.

Esta impressionante rede de caminhos foi percorrida pela nobreza inca como o inca supremo, o governador dos caminhos, os governadores de cada suyo, que se mobilizavam com objetivos administrativos e o grande exército inca na época da expansão territorial. A classe operária “os mitimaes”, encarregados da construção dos caminhos, templos, armazéns e cultivo de terras estatais e certamente pelos chasquis que corriam por estes caminhos para levar mensagens aos governadores de cada província. Em resumo, cumpriam funções administrativas estatais, políticas, militares e religiosas ordenadas pelo imperador inca e por funcionários importantes que eram os representantes máximos do supremo líder na época do império inca.

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Por estes caminhos passaram lhamas e seus tropeiros encarregados da distribuição de produtos, roupas, alimentos e armas para armazenar nas colqas (armazéns) e fornecer insumos na época de guerras e alimentos para viajantes que utilizavam o caminho cumprindo os deveres do estado.

Assim foi construído o magnífico caminho inca até a cidadela perdida dos incas ‘MACHUPICCHU”. Passagens estas que foram feitas para unir as cidades anexadas, templos sagrados, palácios e campos de cultivo. Assim foi construído este extenso caminho no meio de um grande ecossistema, rodeado de incríveis paisagens até a maravilhosa cidade inca até hoje envolta em mistério. Machu Picchu , a cidade inca mais bonita do mundo.

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